Documentação para convênios

Documentação Solicitada
PARA A CELEBRAÇÃO DE UM CONVÊNIO, A INSTITUIÇÃO PROPONENTE DEVE ANEXAR AO SEU PROJETO, OU SEJA, AO SEU PLANO DE TRABALHO, UMA DOCUMENTAÇÃO COMPROBATÓRIA DA SITUAÇÃO DE REGULARIDADE.

EM GERAL O GOVERNO FEDERAL REQUER COMO DOCUMENTAÇÃO:

1 – REGIMENTO INTERNO OU O ESTATUTO DO PROPONENTE OU ATO CONSTITUTIVO DO PROPONENTE COM EVENTUAIS ALTERAÇÕES;

2 – CERTIDÃO NEGATIVA DE DÉBITOS DE TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS EXPEDIDA PELA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL, QUE PODE SER EXTRAÍDA VIA INTERNET, E PELOS CORRESPONDENTES ÓRGÃOS ESTADUAIS E MUNICIPAIS;

3 – CERTIDÃO QUANTO À DÍVIDA ATIVA DA UNIÃO, EMITIDA PELA PROCURADORIA GERAL DA FAZENDA NACIONAL DO MINISTÉRIO DA FAZENDA, QUE PODE SER EXTRAÍDA VIA INTERNET, E PELOS CORRESPONDENTES ÓRGÃOS ESTADUAIS E MUNICIPAIS;

4 – CERTIDÃO NEGATIVA DE DÉBITOS EXPEDIDA PELO INSS, QUE PODE SER EXTRAÍDA VIAINTERNET, OU CERTIDÃO POSITIVA COM EFEITOS DE NEGATIVA; E, SE FOR O CASO, CERTIDÃO DE REGULARIDADE PREVIDENCIÁRIA EMITIDA PELO MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL;

5 – CERTIFICADO DE REGULARIDADE DE SITUAÇÃO PERANTE O FUNDO DE GARANTIA POR TEMPO DE SERVIÇO, FORNECIDO PELA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, QUE PODE SER EXTRAÍDA VIA INTERNET;

6 – CONSULTA DIRETA REALIZADA PELA FINEP JUNTO AO SIAFI DEMONSTRANDO QUE NÃO HÁ QUAISQUER PENDÊNCIAS DO PROPONENTE JUNTO À UNIÃO;

7 – CONSULTA DIRETA REALIZADA PELA FINEP PARA COMPROVAÇÃO DE QUE O PROPONENTE NÃO ESTÁ INSCRITO HÁ MAIS DE 30 DIAS NO CADIN;

10 – DECLARAÇÃO EXPRESSA DE ADIMPLÊNCIA DO CONVENENTE DE QUE NÃO SE ENCONTRA EM MORA NEM EM DÉBITO JUNTO A QUALQUER ÓRGÃO OU ENTIDADE DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA FEDERAL, EM PAPEL TIMBRADO DA INSTITUIÇÃO;

11 – FICHA DE DADOS CADASTRAIS DA INSTITUIÇÃO CONVENENTE E DE SEU REPRESENTANTE LEGAL;

12 – ORDENADOR DE DESPESAS;

13 – DADOS DA CONTA BANCÁRIA;

14 – DADOS DO RESPONSÁVEL ADMINISTRATIVO;

15 – DADOS DA INSTITUIÇÃO EXECUTORA; E

16 – DADOS DO COORDENADO

Uma resposta para Documentação para convênios

  1. INSTITUIÇÃO BENEFICENTE DO CONJUNTO CEARÁ
    CNPJ: 11.745.213/0001-69
    Rua 1082, n.º 05 – 4ª Etapa – Conjunto Ceará.
    Fortaleza – CE
    Declarada de Utilidade Pública pela Lei Municipal N.º 6.880, de 06/06/1991.

    PROJETO OFICINA DE ARTES
    PARA INICIANTES

    ATIVIDADES: TEATRO, MÚSICA E DANÇA.

    INSTRUTORES:
    LUAN DAMASCENO, GEORGE D’ÁVILA E ERIKA SILVA

    ARTE NA EDUCAÇÃO

    A antropologia demonstra que um dos primeiros contatos do homem primitivo com a natureza se deu pela necessidade de conhecer e ordenar o mundo através de símbolos ainda não-verbais, mas que expressavam através do seu físico o que pensava e sentia, estabelecendo relações entre as origens das sociedades e as primeiras formas de expressão.
    O surgimento do fenômeno artístico está relacionado às primeiras manifestações de cunho religioso(os rituais), que eram formas dramatizadas, apresentadas através de movimentos rítmicos, onde apareceram as primeiras personificações, de animais, de espíritos e deuses (forças da natureza). Dentro da vida cotidiana, esses rituais correspondiam aos momentos em que as pessoas reuniam-se em torno de um objetivo comum e eram portanto, uma das suas primeiras formas de socialização.
    A dramatização tinha como função organizar o pensamento do homem com relação ao seu meio às coisas que o cercavam e às quais procurava dominar.
    A capacidade de expressão e comunicação do ser humano é uma potencialidade presente em todos os indivíduos, e que pode ser facilmente desenvolvida pela arte. O desenvolvimento desta potencialidade se dá em processo constante de aprendizagem, vendo-se o indivíduo como ser social vivendo em coletividade.
    Nessa perspectiva, as artes inseridas podem ser instrumento de uma educação libertadora e transformadora, onde precisamos trabalhar princípios essencialmente ligados à atividade humana, e que fundamentam a utilização dos instrumentos pedagógicos. Estes princípios são a teatralidade, a musicalidade e a dança com a finalidade de equilibrar o contato do sujeito consigo mesmo, com as coisas e com os outros.
    Temos como foco a construção da cidadania e o desenvolvimento comunitário, abrindo novos horizontes e buscando melhorar a realidade dos nossos participantes estendendo-se para a realização profissional e a família, tratando de fazer com que o teatro seja também agente transformador, preparando-as para a construção de novos caminhos.

    No conteúdo programático para a iniciação artística, podemos citar:
    • Apresentação(A COELCE e Entidade promotora; O educador: quem é, o que faz, objetivos e metas com a atividade; Os alunos: quem são, o que fazem, o que cada um espera da atividade; O que é Arte( e cada linguagem)? Qual a função de cada linguagem? Qual o papel na comunidade? Como utilizar as técnicas absorvidas para vencer desafios?)
    • Prática Teatral
    • Prática Músical
    • Prática da Dança
    • Anatomia do corpo humano; Condicionamento e Descondicionamento Corporal; Expressão Corporal, Facial e Gestual; Trabalho musical (vocal-Os fundamentos da voz- e instrumental com violão e flauta)Técnicas de Interpretação e Improvisação; Criatividade; Jogos; Dinâmicas de grupo; Formação de Cultura; O Atuante e sua Criação; Experiência Individual e Coletiva; Sensibilização; Estética em Jogo; Proposta de Atuação; Organização; Montagem de Espetáculos temáticos-COELCE; Experimentações.
    • Visita aos espaços culturais do bairro e de fortaleza.
    • Programar apresentações externas.
    • Avaliação.

    OBJETIVO GERAL

    Oferecer aos educandos a descoberta e revelação de seus talentos, assim como despertar o estímulo à formação humana, comunicação e relacionamento interpessoal, capacidade de trabalhar em equipe e o convívio em sociedade.

    OBJETIVOS ESPECÍFICOS

    -Desenvolver potencialidades em processos constantes de aprendizagem, vendo-se o indivíduo como ser social vivendo em coletividade.
    -Trabalhar princípios essencialmente ligados à atividade humana, e que fundamentam a utilização dos instrumentos pedagógicos na teatralidade, na musicalidade e na dança. -Equilibrar o contato do sujeito consigo mesmo, com as coisas e com os outros.
    -Elevar a capacidade apreciativa e criativa do indivíduo.
    -Focalizar na construção da cidadania e o desenvolvimento comunitário.
    -Abrir novos horizontes e buscar melhorar a realidade dos nossos participantes estendendo-se para a realização profissional e a familiar.
    -Tratar de fazer com que as linguagens hajam como agentes transformadores, preparando os educandos para a construção de novos caminhos.
    -Atender como instrumento a necessidade que a COELCE tem de continuar atuando na Responsabilidade Social.

    DURAÇÃO DAS OFICINAS: 06 mêses
    DURAÇÃO DA PRODUÇÃO: 02 mêses
    DURAÇÃO PARA APRESENTAÇÕES: 02 mêses
    TURMAS: 01,02,03 e 04.
    CARGA HORÁRIA: 06 horas por semana cada turma. Mensal: 24h/a. Semestral: 144 Total: 240h/a(com produção e apresentações inclusas)
    DIAS: segunda(Teatro), quarta(Música) e sexta-feira(Dança). Após os seis meses de oficina, haverá mudança na Programação devido às montagens mas continuando a mesma carga horária.
    HORÁRIOS: Turma 01: 07h30 às 09h30, Turma 02: 09h30 às 11h30, Turma 03: 13h30 às 15h30 e Turma 04: 15h30 às 17h30.
    FAIXA ETÁRIA: 12 a 17 anos
    ATENDIDOS: 15 educandos por turma

    METODOLOGIA

    A Arte na educação possibilita que o educando contextualize sua realidade, problematizando-a, podendo ele se distanciar dela e criticar as múltiplas determinações e sua circunstância pessoal e social, como autor de sua própria história e com o apoio do educador.
    Este plano traça uma perspectiva crítica e construtiva capaz de desenvolver projetos coletivos tendo o conhecimento, aplicado à ludicidade e descobertas, como elemento integrador dos adolescentes e jovens atendidos, enquanto agentes de sua aprendizagem.
    Sua metodologia vêm apoiada em jogos, por área e dividida em três etapas: sensibilização, mobilização e organização. As capacidades educativas de sensibilizar, mobilizar e organizar estão difusas em qualquer atividade artística. No entanto, vamos estabelecer esta divisão metodológica até mesmo para podermos organizar os exercícios dentro destes três objetivos e agregá-los às estratégias de conquistas profissionais.

    RECURSOS

    – Espaço físico amplo e limpo;
    – Exaustor aeólico;
    – Lanche diário;
    – cadeiras de plástico;
    – som;
    – Aparelho de TV e DVD;
    – cds virgens;
    – água potável;
    – cópias de textos para reflexão,
    – cópias de textos para estudo,
    – folhas de papel ofício,
    – lápis;
    – bolas para brincadeira tamanho normal e pequenas;
    – pacotes de balões de encher;
    – cabos de vassouras;
    – tecidos diversos para uso em aula;
    – quadro branco, pincel e apagador.
    – 15 colchonetes
    – 10 violoes Yamaha c40 350,00,
    – 10 flautas Michael ou Yamaha 25,00
    – 10 capas de violão 20,00 cada

    Quando houver montagens

    – Cópias do texto da peça para cada participante,
    – Acessórios de maquilagem para Teatro: estojo, pankakes de diversas cores, lápis de olho, pincel para maquilagem, estojo de pó.(MUNDO DAS MAQUIAGENS- Shopping Metrô-Centro).
    – Contratar figurinistas e aderecistas.
    – PARA APRESENTAÇÃO:
    – Espaço Físico adequado com som que leia cd. Agregado, um espaço que possa funcionar como camarim, para concentração, com água potável, espelho e banheiro;
    – Transporte para locomoção dos alunos, equipe responsável e lanche.

    CUSTOS:

    Instrutor(03): R$ 20,00 por h/a. Mensal: R$640,00. Total: R$ 6400,00
    Serviços Gerais(02): Mensal: R$ 1240,00.
    Total: R$ 12400,00
    Exaustor aeólico: R$ 600,00
    10 violoes Yamaha c40 3500,00,
    10 flautas Michael ou Yamaha 250,00
    10 capas de violão 200,00
    Apostilas: R$ 400,00
    06 Resmas de papel ofício: R$ 72,00
    60 lápis c/ borrachas: R$ 50,00
    Sistema Bulk Ink para impressora multifuncional: R$ 800,00
    12 Cds virgens: R$ 10,00
    Produtos para maquilagem teatral(pankakes, lápis preto com apontador, pó, base, primer, batom, blushes etc…): R$ 500,00
    04 pacotes de balões de encher: R$20,00
    Tecidos diversos: R$40,00

    TOTAL: R$

    AVALIAÇÃO

    Serve como instrumento para diagnosticar a prática social , pedagógica e global de forma sistemática evidenciando o que precisa ser modificado, mudado, transformado. Educador e educando avaliam o seu fazer teatral na educação perenemente e, para redimensioná-lo, revisam as ações educativas.

    Forteleza, 25 de junho de 2012

    Benedimar Barbosa de Amorim
    Presidente da IBCC

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